Nas estradas do interior de São Paulo, é bom o viajante munir-se de um rolinho de fumo e uma garrafa de cachaça para garantir uma viagem tranquila. Quando cai a tarde e o sol se põe, é a hora do perigo. Primeiro surge um redemoinho, levantando tudo ao redor. Depois, um assovio estridente, desses de doer a cabeça. Pronto: eis o Saci Pererê. Um moleque negro, baixinho, nu, gorro vermelho na cabeça e pulando numa perna só. E dá-lhe paciência para aturar suas molecagens, que atazanam com quem ele cruzar, e que só param quando ele é presenteado com aquilo que adora: caçhaça e fumo para seu cachimbo. Ilustração Meire de Oliveira
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Saci Pererê nas lendas de São Paulo
Nas estradas do interior de São Paulo, é bom o viajante munir-se de um rolinho de fumo e uma garrafa de cachaça para garantir uma viagem tranquila. Quando cai a tarde e o sol se põe, é a hora do perigo. Primeiro surge um redemoinho, levantando tudo ao redor. Depois, um assovio estridente, desses de doer a cabeça. Pronto: eis o Saci Pererê. Um moleque negro, baixinho, nu, gorro vermelho na cabeça e pulando numa perna só. E dá-lhe paciência para aturar suas molecagens, que atazanam com quem ele cruzar, e que só param quando ele é presenteado com aquilo que adora: caçhaça e fumo para seu cachimbo. Ilustração Meire de Oliveira
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